Sabe-se que na
contemporaneidade, o desenvolvimento acelerado da sociedade da informação
trouxe possibilidades para o aprimoramento da qualidade de ensino, inovação das
metodologias e flexibilidade de apresentação do conhecimento para os alunos.
Essas inovações, em sua maioria, estão associadas ao uso da tecnologia no
processo educacional, em sala de aula ou em projetos desenvolvidos
no coletivo, com o envolvimento de todos os atores educacionais, pais e
comunidade.
Mas, para a compreensão dos possíveis
benefícios das TIC (Tecnologias de Informação e
Comunicação) na
sala de aula e em outros ambientes escolares, torna-se necessário, em primeira
instância, diagnosticar as barreiras existentes para a implementação dessa
tecnologia na escola, já que, somente desse modo, poder-se-á alcançar
efetivamente o pleno desenvolvimento das TIC enquanto instrumentos que cooperam
para uma melhor aprendizagem. Dentre essas barreias podemos destacar o
acesso dos alunos a essa tecnologia dentro do ambiente escolar. Algumas
escolas dispõem de espaço físico adequado com aparelhos tecnológicos
instalados, acesso a internet, softwares para gestão informatizada, enquanto
outras, em virtude da desigualdade de nosso país que não cumpre com seus
deveres e não honra o direito de todos de uma educação igualitária e inclusiva,
muitas vezes não dispõem de acesso à internet ou tem um acesso precário, não
possuem salas de informática e precisam se adaptar e criar mecanismos de
informatização. Outro problema é a resistência por parte de alguns professores
e gestores que entendem a tecnologia como uma distração e criam obstáculos para
o seu uso em sala de aula, como o bloqueio do Wi-fi da escola. A escola também é um
dificultador de mudanças, pois alunos não podem usar celulares na escola,
não podem usar os computadores se o professor responsável não estiver na
sala, ou seja, impedem a todo momento a aquisição de conhecimento.
É necessário percebermos que o modelo de escola atual já não consegue mais atender às crianças e jovens que as frequentam. Os professores de hoje estão tendo contato com uma geração que já vive conectada, que possui em sua maioria um dispositivo de conexão à internet - seja ele celular, tablet ou notebook - e que pode ter acesso a todas as informações, a todas as matérias, a todos os conteúdos, na palma de sua mão. Em se tratando de crianças, não é difícil encontrar crianças que desconheçam Youtubers - já que a TV tem sido substituída pelos canais online, bem como em se tratando de jovens, facilmente se encontrarão jovens com seus fones de ouvido, devidamente conectados à internet em seus celulares. A tecnologia tomou a escola de assalto, e este é o momento onde os professores, gestores e demais atores envolvidos no processo de ensino e aprendizagem precisam repensar suas práticas. Repensar a escola como um todo. No que contribuem à vida do aluno todos os conteúdos ministrados? Todas as matérias? Como aproveitar essa tecnologia A FAVOR do processo de construção do conhecimento (considerando que o conhecimento deve ser construído, e não transmitido)? Como transformar sua aula, utilizando das ferramentas digitais, de forma a fazer algo inovador, que desperte o interesse da criança/jovem, que trabalhe a sua familiaridade com a tecnologia e seus recursos, e ainda, que não seja a mera digitalização do conteúdo escrito?
Essa mudança envolve recursos (materiais, para a adaptação do ambiente escolar) e disposição, principalmente do professor, que conforme pudemos ver nas disciplinas do curso, é um dos que apresenta mais dificuldades em adaptar-se ao novo, em mudar sua velha prática. O que vemos é que oportunidade de aprendizado e conhecimento é que não faltam para que essas mudanças ocorram, o que falta mesmo é um pouco de boa vontade para que elas aconteçam. Valente discorre a respeito da "escola virtual", em que os profissionais aprendem em suas casas, e passam para seus alunos o no qual não necessariamente teriam que sair de casa, aprende em casa. Os incentivos o governo está oferecendo, basta querer adquirir conhecimento.
É necessário percebermos que o modelo de escola atual já não consegue mais atender às crianças e jovens que as frequentam. Os professores de hoje estão tendo contato com uma geração que já vive conectada, que possui em sua maioria um dispositivo de conexão à internet - seja ele celular, tablet ou notebook - e que pode ter acesso a todas as informações, a todas as matérias, a todos os conteúdos, na palma de sua mão. Em se tratando de crianças, não é difícil encontrar crianças que desconheçam Youtubers - já que a TV tem sido substituída pelos canais online, bem como em se tratando de jovens, facilmente se encontrarão jovens com seus fones de ouvido, devidamente conectados à internet em seus celulares. A tecnologia tomou a escola de assalto, e este é o momento onde os professores, gestores e demais atores envolvidos no processo de ensino e aprendizagem precisam repensar suas práticas. Repensar a escola como um todo. No que contribuem à vida do aluno todos os conteúdos ministrados? Todas as matérias? Como aproveitar essa tecnologia A FAVOR do processo de construção do conhecimento (considerando que o conhecimento deve ser construído, e não transmitido)? Como transformar sua aula, utilizando das ferramentas digitais, de forma a fazer algo inovador, que desperte o interesse da criança/jovem, que trabalhe a sua familiaridade com a tecnologia e seus recursos, e ainda, que não seja a mera digitalização do conteúdo escrito?
Essa mudança envolve recursos (materiais, para a adaptação do ambiente escolar) e disposição, principalmente do professor, que conforme pudemos ver nas disciplinas do curso, é um dos que apresenta mais dificuldades em adaptar-se ao novo, em mudar sua velha prática. O que vemos é que oportunidade de aprendizado e conhecimento é que não faltam para que essas mudanças ocorram, o que falta mesmo é um pouco de boa vontade para que elas aconteçam. Valente discorre a respeito da "escola virtual", em que os profissionais aprendem em suas casas, e passam para seus alunos o no qual não necessariamente teriam que sair de casa, aprende em casa. Os incentivos o governo está oferecendo, basta querer adquirir conhecimento.
A demanda do contexto
atual, contemporâneo, impõe a necessidade de se fazer uso das TIC nas escolas.
A escola que não insere devidamente as TIC em suas atividades está excluindo
seus alunos, está lhes negando o acesso à cultura digital. Mas, para isso, o
professor precisa sair de seu papel de detentor do saber, usar a tecnologia
como aliada e se posicionar de maneira paralela ao aluno, como orientador e
mediador dos processos educativos e para que isso aconteça ele precisa de
formação continuada.
De acordo com Valente, a
construção do conhecimento se dá a partir de situações desafiadoras, através da
colocação de situações que permitam ao aluno atribuir significado ao que ele
realiza. Com a mobilidade conquistada pelos dispositivos móveis e Internet 3G,
os alunos de hoje possuem muita informação, mas essa informação é geralmente
sem reflexão e vazia, por isso ele precisa de orientação e mediação para saber
separar o que é de fato importante do que não é, o que pode ser transformado em
conhecimento e absorvido, acrescentado a sua memória para uso futuro. Esse é o
papel do professor atual! Realizar ações, provocar questionamentos, formular
problemas que resultem em reflexões e em conhecimento.
Portanto, pode-se dizer
que, é possível a implantação da cultura digital na escola, bem como o uso das
TIC na sala de aula, se primeiramente houver uma boa vontade política no que
diz respeito a investimento em projetos educacionais que tenham planejamento,
organização e, principalmente, continuidade. A escola, por sua vez, precisa
entender que as TIC são recursos importantes no processo de ensino e
aprendizagem para a formação humana. E, em relação aos docentes, cabe enfatizar
que a qualificação de professores para a utilização da tecnologia no seu
ofício diário também é necessária, pois ele recebe a responsabilidade de
auxiliar os alunos a obterem as informações disponíveis nas hipermídias
(linguagem da Rede), bem como os prepara para o progresso no trabalho e em
estudos posteriores.
Autores
Aline Monteiro
Eliane
Militão
Fabiana Martins
do Valle
Ícaro
Oliva

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